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TUNEL DO TEMPO

TV VALE APRESENTA:

NO COMANDO DE:
BETTY GOFMAN

OLÁ QUERIDOS SOU BETTY GOFMAN E ESTAREI TODAS QUARTAS,
SEMPRE COM UM TEMA NOSTALGICO RELEMBRANDO ANTIGOS
SUCESSOS DA TELEDRAMATURGIA.
HOJE É A MINISSÉRIE
A MURALHA


Sucesso exibido há 11 anos atrás, essa minissérie terá, de novo, suas saudades matadas em breve. Nem bem começou Sex Appeal, e o Canal Viva decidiu por reprisar esse sucesso, a partir de março. Falamos de A MURALHA.
A Muralha foi uma minissérie brasileira de televisão exibida pela Rede Globo de 4 de janeiro a 31 de março de 2000, às 22h30, com 51 capítulos. É baseada no romance homónimo de Dinah Silveira de Queiróz. A minissérie foi escrita por Maria Adelaide Amaral, João Emanuel Carneiro e Vincent Villari, direção de Denise Saraceni, Luíz Henrique Rios e Carlos Araújo. Direção geral de Denise Saraceni e Carlos Araújo e núcleo de Denise Saraceni.
SINOPSE
"Século XVII, três mulheres em busca de um sonho, para alcançá-lo devem cruzar a maior cadeia de montanhas do Brasil, devem cruzar A Muralha." (traduzido do site da minissérie no Canal 13 do Chile)
Os bandeirantes, pioneiros no desbravamento do território brasileiro. Paulistas em sua maioria, por volta de 1600, suas atividades consistiam em abrir rotas rumo ao interior do país em busca de riquezas e, também, índios, para serem vendidos como escravos. Mesmo sob domínio territorial português, a luta pela posse das propriedades era constante. Vindos de diferentes partes do mundo, inúmeros forasteiros e estrangeiros tentavam se apossar do território conquistado pelos bandeirantes. A muralha é referência à Serra do Mar, um grande obstáculo às incursões ao centro do país. É pelas cercanias da Vila de São Paulo, na fazenda de Lagoa Serena, após atravessar a muralha, que habita Dom Braz Olinto (Mauro Mendonça), um patriarca que lidera sua família e sua bandeira com muito trabalho e sacrifício. Sua luta principal é dominar e vender mão-de-obra indígena, adquirida através das empreitadas feitas ao interior. Nisto se difere de seu filho Tiago Olinto (Leonardo Brício), que vê na conquista do ouro a grande razão para seu empenho pessoal. Junto de Dom Braz em suas aventuras está também Afonso Góis (Celso Frateschi), seu genro, casado com Basília (Deborah Evelyn), sua filha. O casal padece da dor da perda do filho Pedro, que desapareceu, aos 13 anos, durante uma expedição com o pai. Em função disso, a expectativa pelo reencontro do filho é uma constante para Afonso e Basília. Rosália (Regiane Alves), a caçula de Braz, é uma jovem determinada, que se dispõe a largar tudo quando se apaixona de verdade por Bento Coutinho (Caco Ciocler), que trabalha na bandeira de seu pai. Leonel (Leonardo Medeiros),seu filho e casado com a sensível Margarida (Maria Luísa Mendonça), que acha que seu casamento só será completo após a chegada de um filho. Ainda na fazenda, mora Mãe Cândida (Vera Holtz), esposa de Dom Braz, que assume a casa nos períodos em que os homens estão fora. Afetuosa, porém contida, seus critérios não se baseiam na religião ou na justiça, mas nas prioridades de seus homens. Junto dos filhos mora a sobrinha Isabel (Alessandra Negrini), a única mulher a enfrentar a mata e as batalhas no meio dos homens. É considerada por Dom Braz o melhor soldado de sua tropa, inclusive, porque salvara a vida do tio durante um ataque à aldeia. Isabel é apaixonada por Tiago e tem comportamento selvagem, o que a faz sentir-se quase como um bicho. Após a batalha, Dom Braz informa Tiago de que havia mandado vir de Portugal uma mulher, que não fosse uma nativa ou impura, para se casar com o filho. O conflito entre os dois é inevitável. Tendo sido criado no Colégio dos Jesuítas, Tiago teve contato com pensamentos renascentistas e era contra a dominação e o desrespeito aos índios. Seu interesse estava concentrado na observação de estrelas e em sonhar com a conquista do ouro no sertão, na cidade de Sabaraboçu, que muitos achavam se tratar de uma lenda. Tiago tem como melhor amigo o índio Apingorá (André Gonçalves), líder de sua tribo, que sabe ler e escrever em português e ajuda Dom Braz nas suas empreitadas. Pelo mar chega Beatriz (Leandra Leal), a noiva de Tiago, que é também sua prima. Trata-se de uma menina cheia de sonhos e apaixonada pelo futuro esposo, que sequer conhece. Junto com ela chegam Ana (Letícia Sabatella), a prostituta Antônia (Claudia Ohana) e padre Miguel (Matheus Nachtergaele). A chegada até Lagoa Serena se dá por uma tortuosa caminhada através da Serra do Mar, que já simboliza toda a dificuldade que Beatriz, uma dama européia, encontra na rudeza dos territórios brasileiros da época. Ao longo do caminho, porém, ela se revela alguém de muita fibra e força, disposta a enfrentar tudo para alcançar seus objetivos, despindo-se de seus sapatos e vestes para enfrentar os campos coloniais. Ana é uma cristã-nova, que chega triste ao Brasil para cumprir sua promessa e casar-se com Dom Jerônimo (Tarcísio Meira), um comerciante inimigo de Dom Braz. A promessa de casamento fora feita por seu pai, a quem Dom Jerônimo livrara da fogueira da Inquisição. Ao chegar ao Brasil, Ana é recebida por Guilherme Schetz (Alexandre Borges), responsável por levá-la até Dom Jerônimo. Assim, Ana passa uma noite na casa de Guilherme, pressentindo que seu destino após a boa companhia do rapaz não seria bom. A figura de Dom Jerônimo era a síntese da hipocrisia religiosa de seu tempo e, ao conhecer Ana, ele passa a escravizá-la e espioná-la para saber de sua real conversão. Trata-se de um pervertido, que estupra a índia Moatira (Maria Maya) inúmeras vezes. Dissimulado, porém, passa a maior parte do tempo a procurar heresias e escrevendo cartas ao tribunal do Santo Ofício, a Inquisição. Antônia veio ao Brasil em busca de um bom casamento, sabendo que não havia muitas mulheres brancas por estas terras. Irreverente e debochada, ela ocupa funções estratégicas na vila, como mensageira entre Ana e Guilherme e, mais tarde, ao reencontrar Beatriz, ajudando-a a conquistar Tiago. Já ao chegar, cai nas graças do bem-humorado Mestre Davidão (Pedro Paulo Rangel), que passa a cortejá-la. Padre Miguel é um jovem idealista e verdadeiramente crente de sua missão: evangelizar o gentio. Em seu caminho, a paixão pela índia Moatira o faz rever seus conceitos e acreditar que o caminho cultural traçado por nossos indígenas não era errado, mas diferente. Beatriz enfrenta forte luta para conquistar o coração de Tiago. Acobertada por Mãe Cândida, Isabel esconde até quando pode sua gravidez, fruto do relacionamento com o primo a quem amava. Durante uma batalha, no entanto, Dom Braz é atingido e, antes de morrer, confessa à Isabel que também é sua filha. Ciente de que não poderia levar seu sentimento adiante, a moça se despede de Tiago e entrega seu filho à Beatriz, para que ela assuma sua criação. Isabel segue, então, para uma aldeia e, sob a proteção de Caraíba (Stênio Garcia), é intimada a cumprir seu destino. Voltando ao lugar que lhe pertence, nua, ela anda rumo à mata, que a acolhe, dando a entender que se transforma em uma onça. Após denunciar vários cidadãos da vila à Inquisição, Dom Jerônimo passa a mandar prender todos aqueles que se colocam contra sua autoridade. São presos: Mestre Davidão e Antônia, Ana e Guilherme e, também, padre Miguel. Para o julgamento inquisitório, o próprio Dom Jerônimo assume o papel de juiz e arma uma audiência pública para incriminar os acusados. Lá, eles são acusados injustamente de pecados como apostasia, prostituição e devassidão moral. Perante os demais cidadãos, que acompanham inconformados aquele julgamento, todos são condenados à fogueira. Antes de ser queimado, entretanto, Guilherme consegue uma faca e acerta o abdômen de Dom Jerônimo. Nesse momento, ele passa a ouvir as verdades sobre sua própria devassidão e pecados ditas por Ana e vê, no centro da fogueira, a falecida índia Moatira, a quem estuprara diversas vezes e Dom Braz, seu inimigo mortal. Desesperado com as alucinações, termina morto em uma das fogueiras que ele mesmo acendeu. Antônia aceita casar-se com Davidão e Ana passa a viver feliz ao lado de Guilherme, terminando grávida. Padre Miguel se dedica a cuidar dos índios, sob orientação de Caraíba, e vê nas pequenas meninas a imagem da índia Moatira, a quem amava. Em Lagoa Serena, Leonel chega de Sabaraboçu dizendo ao irmão Tiago que a terra do ouro não era uma lenda. Nove meses se passam e após Beatriz dar à luz a pequena Margarida, nome dado em homenagem a falecida cunhada, os dois irmãos tomam a estrada rumo a essas terras, em companhia de Beatriz, que se diz pronta para enfrentar o que for ao lado do marido e levam os filhos Braz e Margarida.

Leonardo Brício - Tiago Olinto
Leandra Leal - Beatriz Ataide
Alessandra Negrini - Isabel Olinto
Alexandre Borges - Dom Guilherme
Letícia Sabatella - Ana Cardoso
Tarcísio Meira - Dom Jerônimo Taveira
Mauro Mendonça - Dom Braz Olinto
Vera Holtz - Mãe Cândida Olinto

Com esta adaptação para TV do romance de Dinah Silveira de Queiroz, Maria Adelaide Amaral, criou um grande sucesso de público e crítica. A estréia rendeu 44 pontos, índice que não se via, desde a minissérie Memorial de Maria Moura, exibida em 1994. A estréia da minissérie veio a calhar no ano de comemoração dos 500 anos do Descobrimento do Brasil. Obteve média geral de 30 pontos.
A Muralha foi reapresentada, pela primeira vez, em 2004, somente para o Distrito Federal, em um compacto de 39 capítulos. E pela segunda vez, no programa Faixa Comentada, pelo Canal Futura, entre 21 de janeiro e 31 de março de 2008, em 51 capítulos, com apresentação da atriz Camila Morgado. E foi a primeira minissérie a ser lançada em DVD, em 2002.
Mauro Mendonça e Tarcísio Meira trocaram de personagens poucos dias antes de iniciar as filmagens. Tarcísio faria o bandeirantes Dom Brás, mas optou na última hora em interpretar o malévolo Dom Jerônimo Taveira e solicitou a troca. Os diretores acataram sua idéia, o que resultou na melhor performance artística do ator em toda a sua carreira, segundo os críticos.
O núcleo indígena de Lagoa Serena, composto pelos atores André Gonçalves, Patrick de Oliveira, Maria Maya e João Pedro Roriz, realizou diversos laboratórios na floresta da Tijuca, semanas antes do início das gravações. Durante o laboratório, os atores caçavam, caminhavam na floresta e construíam tabas. A intenção era "embrutecer" os atores para viverem os seus personagens, segundo Carlos Araújo, no DVD da minissérie, recém-lançado pela Globo Filmes.
A trama de Dinah Silveira de Queiroz já havia sido adaptada para telenovela por Ivani Ribeiro para a TV Excelsior em 1969, com direção de Sérgio Britto. Os atores Mauro Mendonça e Stênio Garcia, respectivamente Dom Brás e Caraíba, na segunda montagem, foram os únicos atores a participarem das duas montagens televisivas, tendo interpretado Dom Brás e Aimbé, respectivamente.
O CD da trilha sonora existiu e foi distribuído internamente, não sendo lançado comercialmente.
Por conta do apelo sensual de sua personagem Isabel, Alessandra Negrini estampou a capa da revista Playboy, de abril de 2000.
Durante a exibição da minissérie, o capítulo de número 25, que iria ao ar em 15 de fevereiro de 2000, uma terça-feira, não foi ao ar, devido à exibição de um especial sobre os 500 anos do Descobrimento do Brasil. Também, o capítulo de número 35, que iria ao ar, em 3 de março de 2000, uma sexta-feira de Carnaval, não foi ao ar, devido a transmissão do Primeiro Dia do Desfile das Escolas de Samba de São Paulo. Com isso, a minissérie que teria 52 capítulos, fechou com 50.
Será reprisada novamente, em março de 2011, no Canal Viva.
Sua audiência média foi de 37 pontos, sendo um grande sucesso. Os seus primeiros e últimos capítulos chegaram a picos de 50.


PERGUNTA INTELIGENTE
Em que dia o Brasil foi descoberto?
A-17 de janeiro
B-22 de abril
C-30 de junho
D-7 de setembro



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