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NOTÍCIA URGENTE - EDIÇÃO Nº1

PRISCILA CAMARGO
NOTÍCIA URGENTE
EDIÇÃO Nº 1


AS PRINCIPAIS
NOTICIAS

OS ACONTECIMANTOS
NAS NOVELAS





 
Avião cai em Porto Velho (Foto: Editoria de Arte/G1)
Um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu perto da pista de pouso do Aeroporto Internacional de Porto Velho, em Rondônia, na noite desta sexta-feira (25). O acidente aconteceu quando a aeronave retornava de um exercício aéreo e os procedimentos para o pouso já tinham sido iniciados.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto conseguiu se ejetar da aeronave. De acordo com nota divulgada pelo Comando da Aeronáutica, o piloto foi resgatado por um helicóptero da FAB e encaminhado ao Hospital da Guarnição do Exército em Porto Velho, onde permanece internado. No momento do resgate, o militar estava consciente.
O piloto teria percebido que não conseguiria pousar quando o avião perdeu altitude. A aeronave não chegou a explodir, segundo os bombeiros.
Ainda segundo a nota, a Aeronáutica iniciou as investigações para apurar os fatores que contribuíram para o acidente.





Falta de defensores públicos agrava superlotação das cadeias
Há quanto tempo se ouve falar que as cadeias estão superlotadas? E por que, então, as imagens não mudam? São sempre dezenas de presos ocupando um espaço onde só caberiam algumas poucas pessoas.
As dificuldades são muitas. Quem estuda o sistema prisional diz que faltam defensores públicos para os detentos mais pobres. Muitos já deveriam ter saído da prisão e continuam lá, porque não tem como pagar um advogado e não tem defensor público. Em São Paulo, um réu primário está preso há quatro anos em uma cadeia pública sem julgamento. Há mais de três anos ele sequer é ouvido pela Justiça.
Falta estrutura para analisar os processos dos detentos, que se acumulam nas cadeias e penitenciárias. Esses detentos passam noites, dias, meses e até anos sem ter o que fazer. Quando eles saem da prisão, não é difícil imaginar que muitos não estejam nem perto da recuperação.
São cerca de 500 mil presos em todo o Brasil, mais de 40% em regime de prisão provisória. Isso ajuda a provocar uma superlotação nos presídios. Onde caberia um, estão pelo menos quatro presos. As consequências disso são muitas. O preso acaba ficando sem acesso aos direitos que tem: educação e trabalho.
“Enquanto um preso pode trabalhar, porque ele tem vaga na oficina, dez outros não podem. Não por que eles não queiram. É porque não há vaga”, aponta Alvino Augusto de Sá, professor de criminologia da Universidade de São Paulo (USP).
Uma das causas da superpopulação carcerária no Brasil é não existirem defensores públicos suficientes para defender o preso. O Estado não dá à defesa a mesma condição que dá à acusação. No estado de São Paulo existem cerca de 500 defensores públicos para mais de 1,5 mil promotores. Os estados de Santa Catarina, Paraná e Goiás não têm Defensoria Pública.
“Faltam pessoas que possam assegurá-los de uma defesa mais justa e que eles possam realmente expor perante o juiz e perante a quem é de direito tudo o que aconteceu. Faltam, realmente, defensores e pessoas que possam realmente trazê-los para vida”, diz a advogada Lúcia Thomé Reinert.
Lúcia Reinert trabalha como advogada em São Paulo, contratada pelo Ministério da Justiça em convênio com a PUC de São Paulo e a Defensoria Pública do estado. Ela e outros sete advogados atendem, cada um, a 66 presos por mês.
“Falta de estrutura, falta de higiene e falta de espaço. Eles são literalmente esquecidos. Quando uma pessoa não é vista como pessoa, eu acho que é difícil de torná-la melhor”, opina a advogada.
É um desequilíbrio muito grande. De acordo com o Ministério da Justiça, no Brasil ainda faltam mais de 190 mil vagas carcerárias. Em São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública, responsável pelas cadeias, disse que não há previsão de reforma nas unidades e que os presos são transferidos quando há vagas disponíveis nas penitenciárias. Já a Secretaria de Administração Penitenciária informou que o sistema tem 100 mil vagas no estado, mas mantém sob custódia 163 mil presos.




Médico afirma que Solano está morto
Médico afirma: 'Sua vida está por um fio, moço'
Depois de passar mal novamente, Solano (Murilo Rosa) decide procurar um novo médico. Por indicação de Yvete (Neusa Borges), o gaúcho procura Dr. Carlo (João Signorelli), dono de um consultório muito suspeito, com paredes quebradas e equipamentos ultrapassados. Mas, após analisar os exames, o diagnóstico de Marco parece muito seguro, apesar de estranho.
"Pelas taxas que você disse que seus exames clínicos apontaram, eu diria que você está morto, Solano... Pelos resultados que você afirma que são verdadeiros, eu só posso acreditar que sua vida está por um fio, moço", afirma o médico, amigo de Yvete.
Mas Solano rebate: "Estranho, porque neste exato momento não sinto absolutamente nada".


Julinho e Thales terminarão juntos, mas não haverá beijo gay

Em entrevista ao jornalista Daniel Castro, Maria Adelaide Amaral, autora de "Ti Ti Ti", falou sobre a reta final da trama e o desfecho do personagem Julinho, vivido por André Arteche.
Segundo a autora, o cabeleireiro em breve deixará de resistir às abordagens de Thales, personagem de Armando Babaioff, e terminará a novela junto com o surfista.
Sobre a possibilidade de haver beijo gay, a autora avisa que não será dessa vez. Adelaide acha que mais importante do que quebrar esse tabu é a forma como ela vem tratando a história de um casal homossexual.
Segundo Daniel Castro, a emissora avalia que a grande maioria dos telespectadores pode se sentir agredida com uma cena em que dois homens se beijam.



NOVAS NOTICIAS NA EDIÇÃO Nº2

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